terça-feira, 28 de junho de 2011

Preconceito é direito, discriminação é violação.

Acho que o título é auto-explicativo. 
Você pode sim ter preconceito contra negros, gays, coloridos, feios, bonitos, gordos, magros, inteligentes, burros ou o que você quiser. Mas você ter esse pré-julgamento de alguém, não te dá o direito de discriminar, ofender e humilhar. 
Discriminação é uma coisa muito séria, afinal, você acha que essas pessoas 'diferentes' não percebem como olham de forma diferente pra elas na rua? Ela percebe, e isso pode até causar depressão. Então, antes de ser um merda, lembre-se que você também tem esquisitices e que alguém deve ter preconceito contra você. Afinal, se você discrimina você já é um imbecil mesmo. 

Ei, preconceituoso, eu tenho pena de você.

domingo, 19 de junho de 2011

Ela caminhava lentamente, e tudo o que tinha eram lembranças, por ele largara amigos, pais, família, escola, e na primeira oportunidade, ele também se foi. Sozinha e sem lugar para ir, ela chorou, chorou até não poder mais. E então encontrou alguém, encontrou uma pessoa que prometera estar para sempre ao seu lado; seu melhor amigo. Ele lhe perguntou o que acontecera e ela explicou tudo, ele abraçou-a e acalmou-a e depois repetiu 'sempre estarei ao seu lado', ela foi morar com esse amigo e hoje, a sua amizade é maior do que qualquer coisa, porque primeiro, eles são amigos e depois, porque eles são namorados, terceiro, um sempre vai estar ao lado do outro para o que der e vier. Isso é amor, e é muito diferente de paixão. 

sábado, 11 de junho de 2011

Eu chorei, e de nada isso lhe importa. Sonhei com sapos que viravam príncipes. Então encontrei um cachorro, e, inocentemente, acreditei que a lei dos sapos valia para todos os bichos, mas me enganei, pois após beijar o cachorro ele virou um idiota, e era incrivelmente parecido com um príncipe, e feliz eu fiquei, e cega e surda para os sinais e palavras do mundo, criei um alguém perfeito em minha mente, algum tempo depois descobri que meu príncipe era um idiota, e me enganara. Então, não tão inocente eu era mais, depois de mais alguns erros e mais alguns idiotas, eu conheci meu príncipe de verdade, mas tão amarga estava que não vi a verdade, não vi o príncipe, vi um idiota. Então eu o enganei e pisei nele, me tornei o que eu odiava. Só percebi que ele era o meu amor, quando ele chorou por mim. Ainda com medo, pedi desculpas e tentei confiar nele, passamos muitos anos juntos e hoje eu confio plenamente nele. Sei que ele descansa feliz a sete palmos, mas eu acho que retribuí todo o amor que ele me deu. 
E de uma forma estranha, ainda sinto-me amada. Será que o amor verdadeiro continuará após eu estar enterrada?